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Qual o melhor Magnésio para tratar depressão e ansiedade?

Entenda qual o tipo de magnésio mais indicado para quem sofre com a depressão e ansiedade

A depressão e a ansiedade são desordens muito presentes no contexto atual. Basta acompanhar as redes sociais, as notícias e até levar em consideração o momento em que vivemos, para entender porque cada vez mais as pessoas estão ansiosas e sofrendo com a depressão. Já se sabe que não é algo relacionado apenas à causa psicossocial, mas que tem relação com fatores biológicos. Existem protocolos que tratam dessas condições e um fator que pode ajudar a atenuar os sintomas é a nutrição, visto que, certos nutrientes podem auxiliar na melhora dos sintomas. Estudos apontam o magnésio como um importante mineral envolvido na saúde do cérebro e a sua influência sobre as funções cognitivas. O magnésio tem relação na modulação de neurotransmissores e por isso, pode ajudar nos sintomas de ansiedade e de depressão. Mas será que isso vale para todos os tipos de magnésio?

Entenda a diferença entre depressão e ansiedade

A depressão apresenta alta prevalência entre a sociedade, sem distinção de sexo e idade, por isso, representa um importante problema de saúde pública. Ela impacta em diversas áreas da vida, sendo fator limitante ou incapacitante, levando muitas pessoas ao afastamento do trabalho e de demais atividades do cotidiano. Ela é uma doença que pode apresentar manifestações como: tristeza profunda, perda de interesse, culpa, baixa autoestima, cansaço excessivo e falta de concentração. A ansiedade também é um distúrbio que acomete muitas pessoas e que acompanha o avanço da vida moderna. Pessoas ansiosas são impactadas em diversas áreas de suas vidas e a sua manifestação pode levar ao distúrbio do sono, sensação de cansaço, angústia, inquietude, comer compulsivo e a sensação de estar sempre esperando por algo que ainda não aconteceu. Ou seja, tanto a depressão que é uma doença, quanto a ansiedade que é um distúrbio e pode fazer parte do quadro clínico da depressão, são desordens que interferem na qualidade de vida das pessoas.

Quais as causas mais comuns da depressão e ansiedade?

A depressão e ansiedade são consideradas multifatoriais, podendo diversos fatores contribuírem tanto para a sua causa, quanto para o seu agravamento. Fala-se muito nas causas relacionadas às influências sociais e psicológicas, entretanto, os fatores biológicos e genéticos também têm forte relação. Dentro do fator biológico, as alterações neuroquímicas, a mudança ou a interrupção da atuação de neurotransmissores, estão envolvidos no desenvolvimento da depressão e ansiedade. Sendo distúrbios tão complexos e com envolvimento em tantos fatores, traçar um tratamento adequado para a depressão e a ansiedade tornou-se um desafio para os profissionais da saúde. Logo, têm se buscado cada vez mais, alternativas para o seu tratamento, visando atenuar os sintomas associados à depressão e ansiedade. Sendo o magnésio um mineral envolvido com a modulação de neurotransmissores e ativação de enzimas envolvidas com a bioquímica cerebral, a relação com a sua deficiência e o distúrbio de depressão e ansiedade fica cada vez mais evidente.

Deficiência de magnésio e suas consequências para as funções cognitivas

O mineral magnésio é um micronutriente que atua em importantes processos no sistema nervoso central e tem papel fundamental na regulação de íons no cérebro. Mais de 300 enzimas no organismo dependem da sua presença para realizarem a sua função corretamente. Sendo que, destas enzimas, muitas delas têm ação direta no cérebro. Entendendo a sua relação com a saúde e manutenção das funções cerebrais é possível assimilar que se não há disponibilidade de magnésio suficiente para ele exercer a sua função, alguns sistemas terão prejuízo. A deficiência de magnésio pode levar ao comprometimento do sistema nervoso central, podendo ser refletido em manifestações clínicas como a depressão e ansiedade. Na falta de magnésio os canais de cálcio acoplados a N-metil-d-aspartato (NMDA), ficam mais suscetíveis para abertura, por falta dessa “comunicação”. Isso pode causar lesão e uma disfunção neurológica que pode desencadear a depressão, ansiedade e outras disfunções comportamentais.

Um estudo realizado em 2019, (TARLETON et al.) encontrou relação de baixos níveis de magnésio no organismo em adultos com sintomas depressivos. Outro estudo realizado em 2009 (NECHIFOR), o autor observou que pessoas com depressão tinham baixos níveis de magnésio nos glóbulos vermelhos. Portanto, a deficiência de magnésio pode ter influência no desenvolvimento e agravamento da depressão e suas manifestações como a ansiedade, por alterar a bioquímica cerebral.

Quais os benefícios do magnésio para o cérebro?

O magnésio atua de forma direta no sistema nervoso central, para que todas as reações biológicas e transmissões nervosas operem de maneira correta. Além disso, ele tem papel na redução do estrese oxidativo, mantém o funcionamento de receptores no sistema nervoso central, garantindo a manutenção e “saúde” da neurotransmissão. Todas essas funções são refletidas na manutenção e bioquímica do cérebro, que é repercutido no bom funcionamento cognitivo e no tratamento da depressão e ansiedade. Entretanto, para que o cérebro obtenha todos esses benefícios, este é um processo que depende das reservas do organismo, do seu aporte na dieta e, principalmente a capacidade do magnésio em chegar até o cérebro para ser absorvido e aproveitado. Ou seja, não basta ele estar disponível para o organismo, o magnésio precisa ter a capacidade de passar por todas as barreiras de digestão e absorção para chegar até o seu destino final, no caso o cérebro.

Qual o magnésio mais indicado para o tratamento da depressão e ansiedade

Já sabemos que se o magnésio está deficiente no organismo ou ele não alcança níveis satisfatórios no cérebro, pode haver comprometimento de funções nervosas e cerebrais. Com isso, o magnésio mais indicado para o tratamento da depressão e ansiedade, será aquele com a capacidade de ficar retido no cérebro. Na forma de MAGTEINTM, o mineral magnésio tem a capacidade de atravessar a camada hematoencefálica, que irá penetrar nos neurônios, aumentando os níveis de magnésio e a densidade do tecido cerebral. Por isso, o MAGTEINTM é o tipo de magnésio mais indicado para quem busca melhorar os sintomas de ansiedade e depressão. Para você entender melhor, o MAGTEINTM é composto pelo mineral Magnésio e L-Treonina. Ele é uma molécula exclusiva, patenteada, que foi desenvolvida e estudada pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Como o MAGTEINTM funciona?

As vantagens do MAGTEINTM estão relacionadas ao seu mecanismo de ação, por melhorar a biodisponibilidade de magnésio no cérebro e no sistema nervoso central. Com o aumento das concentrações de magnésio nestes locais há benefícios nas conexões sinápticas e sinalização neural. A L-Treonina é associada ao magnésio para quelar e assim, aumentar a sua biodisponibilidade dentro do organismo. Esse processo permite que o magnésio seja estabilizado, transformando-se em uma molécula muito mais complexa e capaz de passar por todas as barreiras de digestão. A L-Treonina também serve como um sinalizador para guiar o magnésio até os campos cerebrais nos quais ele atua. Digamos que, ao invés do magnésio ficar circulando em outros sistemas, com a ajuda da L-Treonina ele é encaminhado para o cérebro e lá será utilizado. O aumento dos níveis de magnésio do cérebro somente foi avaliado na forma de MAGTEINTM, sendo que, outras formas a base de Magnésio L-Treonato não passaram por testes clínicos.

Embora o tratamento medicamentoso seja considerado o padrão ouro para o tratamento, o acompanhamento nutricional com a modulação de nutrientes chave como o MAGTEINTM, surgem como um recurso adjuvante no tratamento da depressão e ansiedade.

Referências:

1. TARLETON, Emily K. et al. The Association between Serum Magnesium Levels and Depression in an Adult Primary Care Population. Nutrients, v. 11, n. 7, p. 1475, 2019

2. NECHIFOR, M. Magnésio na depressão maior. Pesquisa de magnésio: órgão oficial da Sociedade Internacional para o Desenvolvimento da Pesquisa em Magnésio.Vol.  22, n 3. 2009.

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